Nesta aula embora a tarefa fosse semelhante à aula anterior, foi uma experiência não muito positiva para mim.
O facto da aula se desenvolver dentro da nossa faculdade deixou-me menos à vontade, por um lado por ser pessoas conhecidas por outro por não haver curiosidade em explorar o espaço e por não haver compreensão nem tentativa de por parte dos colegas.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
CCB, Dançar fora do contexto comum
Dançar ao ar livre no CCB foi uma das experiências que gostei mais ao longo de todo o curso. Desde a envolvência de todo o grupo em simultâneo na actividade, à aderência das pessoas exteriores, aos momentos de comunicação e "sincronização" de dois ou mais colegas até à própria liberdade individual que se sente.
Inicialmente tive alguma dificuldade em me entregar à actividade precisamente pelo excesso de liberdade, ali todo o movimento, espaço, expressão era aceite. O facto de todo o grupo se entregar à tarefa, acho que acabou por resultar com todos individualmente. No fim a própria liberdade é que me despertava a vontade de dançar, comunicar com as pessoas e explorar o espaço.
Inicialmente tive alguma dificuldade em me entregar à actividade precisamente pelo excesso de liberdade, ali todo o movimento, espaço, expressão era aceite. O facto de todo o grupo se entregar à tarefa, acho que acabou por resultar com todos individualmente. No fim a própria liberdade é que me despertava a vontade de dançar, comunicar com as pessoas e explorar o espaço.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Andar
Andar uma acção motora básica, um movimento diferente em cada um e também muito próprio.
Embora cada um tenho o seu toque especifico penso que seja uma acção muito mais descritiva para quem está de fora do que para a própria pessoa, pelo simples facto de ser observável para o outro.
Eu própria tenho um andar"estranho" e tenho essa noção porque sempre mo disseram ao longo do tempo.
Quando nos foi pedido que imitássemos o andar dos outros tive logo a certeza que iria haver várias imitações do meu precisamente por não ser comum e tornar-se tão característico, torna-se mais fácil e até mais interessante de o tentar reproduzir.
Foi possível perceber que várias pessoas me estavam a imitar mas na minha opinião apenas uma o conseguiu.
Pessoalmente achei um exercício um pouco difícil pois dentro do grupo não há nenhum andar que seja muito diferente do que é normal mas ainda assim senti que foi um desafio tentar perceber as características tão especificas e não tão observáveis e tentar reproduzir as mesmas.
Embora cada um tenho o seu toque especifico penso que seja uma acção muito mais descritiva para quem está de fora do que para a própria pessoa, pelo simples facto de ser observável para o outro.
Eu própria tenho um andar"estranho" e tenho essa noção porque sempre mo disseram ao longo do tempo.
Quando nos foi pedido que imitássemos o andar dos outros tive logo a certeza que iria haver várias imitações do meu precisamente por não ser comum e tornar-se tão característico, torna-se mais fácil e até mais interessante de o tentar reproduzir.
Foi possível perceber que várias pessoas me estavam a imitar mas na minha opinião apenas uma o conseguiu.
Pessoalmente achei um exercício um pouco difícil pois dentro do grupo não há nenhum andar que seja muito diferente do que é normal mas ainda assim senti que foi um desafio tentar perceber as características tão especificas e não tão observáveis e tentar reproduzir as mesmas.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Consciência Corporal
O inicio da aula em que estivemos parados para tomar consciência das várias partes do corpo custou-me um pouco porque não não tenho facilidade em estar quieta sobretudo de pé, por vezes estar com os olhos fechados e focar-me numa só parte do corpo até me causa algum desequilibro corporal.
Quando a professora pediu para imaginarmos uma cor veio-me logo à cabeça o azul por ser uma das minhas cores favoritas mas não estava a conseguir visualizá-la na minha cabeça só me estava a surgir a cor preta talvez por estar de olhos fechados e quando foi dito que essa cor ia preencher todo o nosso corpo tive facilidade em imaginá-lo.
No exercício do triângulo em que tínhamos que improvisar e imitar os outros, causou-me alguma ansiedade por estar constantemente a pensar quando iria ser eu a liderar e o que iria fazer. Assim que assumi a liderança, esse desconforto desapareceu e foi fácil para mim estar na liderança pois não tinha constrangimentos apenas tinha que dançar o que me apetecesse. foquei-me então num tipo de movimento que ainda não tivesse sido explorado no decorrer do exercício mas ainda assim criar movimentos que se identificassem comigo e com a minha dança.
Confesso que não percebi bem se tínhamos que ter preocupação em fazer algo que fosse fácil para os outros reproduzirem ou não, quer no género de movimento quer nas deslocações e direcções.
Acho que a maior falha enquanto grupo foi manter a formação triangular pois perdeu-se logo no inicio.
Aquilo que menos gostei de fazer foi os movimentos no chão e grandes deslocações pois acho que todos se dispersam um pouco e perde-se a fluência e o movimento em si tal como a dinâmica de grupo.
Quando a professora pediu para imaginarmos uma cor veio-me logo à cabeça o azul por ser uma das minhas cores favoritas mas não estava a conseguir visualizá-la na minha cabeça só me estava a surgir a cor preta talvez por estar de olhos fechados e quando foi dito que essa cor ia preencher todo o nosso corpo tive facilidade em imaginá-lo.
No exercício do triângulo em que tínhamos que improvisar e imitar os outros, causou-me alguma ansiedade por estar constantemente a pensar quando iria ser eu a liderar e o que iria fazer. Assim que assumi a liderança, esse desconforto desapareceu e foi fácil para mim estar na liderança pois não tinha constrangimentos apenas tinha que dançar o que me apetecesse. foquei-me então num tipo de movimento que ainda não tivesse sido explorado no decorrer do exercício mas ainda assim criar movimentos que se identificassem comigo e com a minha dança.
Confesso que não percebi bem se tínhamos que ter preocupação em fazer algo que fosse fácil para os outros reproduzirem ou não, quer no género de movimento quer nas deslocações e direcções.
Acho que a maior falha enquanto grupo foi manter a formação triangular pois perdeu-se logo no inicio.
Aquilo que menos gostei de fazer foi os movimentos no chão e grandes deslocações pois acho que todos se dispersam um pouco e perde-se a fluência e o movimento em si tal como a dinâmica de grupo.
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Aula Improvisação
Achei uma experiência interessante pelo facto de ser diferente de todos os exercícios/jogos que fazemos durante a licenciatura. A diferença marca-se logo inicialmente quando nos foi pedido que ficássemos todos cá fora e não podíamos entrar dentro do aquário, isso despertou em mim uma enorme curiosidade. À medida que as minhas colegas iam entrando, eu pensava em várias hipóteses em relação ao que se estava a passar lá dentro, mas maioritariamente sempre pensei que fosse para improvisar mas com os restantes a assistirem, uma situação que eu não me iria sentir à vontade porque não gosto de improvisar precisamente por vir das danças de salão. Estou habituada a que me dêem a coreografia e eu tenho apenas que a reproduzir ainda que estilizando-a sempre à minha maneira e por isso mesmo considero esta experiência desafiante.
Quando entrei rapidamente percebi do que se tratava e essencialmente fiz como que um aquecimento porque era o que eu estava a precisar até que me fartei e deitei-me no chão, mas acho que nesta situação torna-se constrangedor parar porque na altura pensamos sempre que não é o suposto fazer e se paramos todos param, por isso levantei-me e fiz alguns passos do meu estilo de dança.
Como a professora não parava o jogo pensei que se calhar teria que ser eu a ir abrir a porta e fui mas percebi que não o podia fazer e voltei ao movimento.
O que achei mais interessante enquanto os outros faziam era o período de tempo que demoravam a se aperceber do que era para fazer e no decorrer do exercício ao perceber que algumas pessoas estavam a sentir aquilo que eu tinha sentido anteriormente.
Quando entrei rapidamente percebi do que se tratava e essencialmente fiz como que um aquecimento porque era o que eu estava a precisar até que me fartei e deitei-me no chão, mas acho que nesta situação torna-se constrangedor parar porque na altura pensamos sempre que não é o suposto fazer e se paramos todos param, por isso levantei-me e fiz alguns passos do meu estilo de dança.
Como a professora não parava o jogo pensei que se calhar teria que ser eu a ir abrir a porta e fui mas percebi que não o podia fazer e voltei ao movimento.
O que achei mais interessante enquanto os outros faziam era o período de tempo que demoravam a se aperceber do que era para fazer e no decorrer do exercício ao perceber que algumas pessoas estavam a sentir aquilo que eu tinha sentido anteriormente.
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