quinta-feira, 22 de maio de 2014

Trabalho final

O culminar de todas as experiências vividas e aqui relatadas.
Um processo nem sempre agradável, mas que na minha opinião acabou em grande e da melhor maneira.
Acho que a organização do trabalho e a forma como foi distribuído ajudou-nos bastante no seu avançar e foi também ai que notei uma grande diferença comparativamente a outro trabalhos de turma nos anos anteriores.
A ideia surgiu numa conversa fora do contexto lectivo e decidimos aproveitá-la e resumir algumas das nossas experiências enquanto alunos no trabalho.
O caos acho que é uma palavra que irá sempre descrever perfeitamente esta passagem por esta faculdade e por este curso.
Entre as muitas características que fomos buscar a alguns professores, funcionários, colegas, aos conteúdos transmitidos nesta cadeira mas também a evolução dos mesmos noutras cadeiras e claro a improvisação guiada que acabou por nos trazer a nós e a quem nos pode ver muitas surpresas fizeram deste trabalho uma experiência enriquecedora para mim.
Penso que cumprimos aquilo a que nos propusemos, e a aderência do público e a nossa envolvência no próprio dia da apresentação fez com que o trabalho se revelasse e torna-se muito mais relevante do que aquilo que esperava.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Gulbenkian

Um último espaço, uma última exploração, uma última experiência distinta.
Considero que foi um dos espaços mais agradáveis que visitámos ao longo do semestre, embora pessoalmente a presença de patos por todo o lado não me tenha alegrado de todo o momento.
O "palco" inicial, que foi posteriormente dividido em 3 partes, "limitando" o nosso improviso cativou-me bastante pois no decorrer destas aulas percebo que é com o que eu mais me identifico o improviso guiado.
A pequena sequência que criámos mais para o fim da aula tornou-se interessante pois teve um pequeno contributo de todos os colegas sendo que deu um resultado final original e compacto devido ao pequeno espaço que utilizámos para o explorar.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Praia

Mais uma aula em que a dança foi levada para além dos nossos habituais limites.
Considero que a praia é um lugar agradável para qualquer pessoa, quer seja para a sua óbvia utilidade quer nesta situação que nos foi proposta de desenvolver movimento tendo em conta o espaço.
O inicio da aula iniciou-se com improvisação na parede, embora relaxante e tranquila esta actividade não me cativou muito se calhar por o toque na parede constante acabar sempre por nos limitar um pouco.
A improvisação na ponte perto do comboio foi um dos meus momentos preferidos, não só por ser um espaço "original" com características distintas mas também por ser um espaço tão estreito que nos tenha feito naturalmente basear-nos na interacção uns com os outros e com o (pouco) público que por ali passou.
A exploração na própria praia em si foi o momento que mais me cativou, era um espaço muito grande e senti que tanto fazia sentido estarmos a interagir com um ou mais colegas como também houve momentos em que sozinha me deixei levar pelo som, a calma e os movimentos que foram surgindo através destes estímulos.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Teresa Simas

Os conteúdos de improvisação e transformação de jogos/actividades tradicionais em movimentos são conteúdos que me interessam bastante não só no sentido de os planear e transmiti-los futuramente como também de eu próprio os executar.
Este foi um dos conteúdos transmitidos nas aulas da Teresa Simas.
O jogo do Sr. Doutor foi um dos conteúdos que achei interessante explorar pois já o tínhamos feito noutra cadeira com outro propósito e torna-se interessante ver como um jogo que tradicionalmente nada tem a ver com dança pode ter tantas vertentes que nos levem até essa temática.
A parte em que simplesmente improvisámos ao som duma música não me suscitou muito interesse pois como não me sinto à vontade com o improviso se ele for proposto aliado a muito liberdade acabo por me perder e desmotivar, o passo sugerido por uma das nossas colegas e modificado pela própria professora com o intuito de o reproduzirmos achei despropositado dentro do exercício e não me senti à vontade ao reproduzi-lo.
Embora este pequeno percurso ter sido durante 3 aulas e eu só ter participado em duas, consigo reconhecer que houve uma lógica, um fio condutor para as tarefas que nos foram propostas, apenas acho que não houve sincronização e empatia entre a professora e a maioria dos alunos existindo sempre uma barreira nas aulas e pouca aderência da nossa parte.

terça-feira, 11 de março de 2014

Ginásio B

O principio desta aula era manter os olhos fechados enquanto o nosso colega nos guiava e vice versa.
Embora eu prefira ser guiada do que guiar, o facto de ter que manter os olhos fechados deixa-me um pouco reticente porque não me sinto à vontade nessa situação.
Momentos em que estou sentada ou mesmo em pé mas sem deslocação torna-se uma situação tranquila e até relaxante em que consigo confiar na pessoa que me está a guiar, no momento em que a tarefa implica deslocação já fico bastante reticente embora note uma grande evolução em mim desde o 1º ano de licenciatura, uma vez que este tipo de actividade tem vindo a ser desenvolvido várias vezes ao longo do curso.
Quando estava a ser guiada o tempo voou, lembro-me do momento em que fechei os olhos e a experiência foi tão relaxante e entreguei-me tão bem, que quando abri os olhos parecia que tudo aquilo tinha demorado apenas 5 minutos.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

FMH, Dançar na Faculdade

Nesta aula embora a tarefa fosse semelhante à aula anterior, foi uma experiência não muito positiva para mim.
O facto da aula se desenvolver dentro da nossa faculdade deixou-me menos à vontade, por um lado por ser pessoas conhecidas por outro por não haver curiosidade em explorar o espaço e por não haver compreensão nem tentativa de por parte dos colegas.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

CCB, Dançar fora do contexto comum

Dançar ao ar livre no CCB foi uma das experiências que gostei mais ao longo de todo o curso. Desde a envolvência de todo o grupo em simultâneo na actividade, à aderência das pessoas exteriores, aos momentos de comunicação e "sincronização" de dois ou mais colegas até à própria liberdade individual que se sente.
Inicialmente tive alguma dificuldade em me entregar à actividade precisamente pelo excesso de liberdade, ali todo o movimento, espaço, expressão era aceite. O facto de todo o grupo se entregar à tarefa, acho que acabou por resultar com todos individualmente. No fim a própria liberdade é que me despertava a vontade de dançar, comunicar com as pessoas e explorar o espaço.